domingo, 5 de abril de 2009

César

decidi aprender espanhol após ser aliciado por um vagabundo despido de restos de cetim.cola debruados a ouro que se apetrechavam como uma vulgar matriosca entreaberta na farpela baptismal de uma igreja hipotecada por leis antiquadas e ultrapassadas por formas quânticas de velocidade.som confrontadas por informações virtuais e verticalmente inseridas na diagonal do horizonte gestual da linguagem portuguesa praticada nas antigas colónias citadas nos melhores livros com as piores encadernações das estórias que conquistam quaisquer graduados pelo exército de letras pequenas automatizadas pelas citações bérberes endémicas venenosas dotadas de pouco cristianismo porém bastante altruismo supracitado numa paralisia de bonequinhos de porcelana apagados por demasiado toque de lesa.pátria redundante de riscas pretas oferecidas por entre oito hipóteses escolhidas pelo acaso de uma situação debilmente extinguível formada por focos de incenso que só se espalha pela noite do primeiro dia do último segundo do próximo ano de meio do milénio emparelhado numa teia de animais.homens.meninos.crianças.bebes.recém.nascidos a partir de um ventre rasteirado por impotente diáspora de cogumelos que se enfrentam num campo de girassóis optimizados em buracos de golfe sem bolas mas com trapézios de um circo circular polar antártico de guloseimas primaveris lacrimejantes e depois de um sonâmbulo escritor romper a própria veia da criatividade numa aparente tentativa de suicídio mal consumada por falta de sangue suficiente para ficar sem sangue e sem forças e sem respirar e sem tentações e sem sensações e sem consciência do próprio ser que se ama no meio de uma floresta de lírios vegetais inocentados num piquenique vegetariano sem modos de educação subscrita em pacto de força que grasna para respirar num atentado corriqueiro e manchado por eczemas satânicos de um cabo que deu cabo do pior amigo inimigo do melhor amigo cuja traição levou à ditadura e consequente deposição de flores em dia próprio por todos os confrades da distância mono.parental equidistantemente medida por vaios de cuspo católico de um padre inocentado no chão de desavinda amálgama titulada num retorno passageiro famigerado por ziguezagues mórbidos de tentações encavalitadas numa estrada soterrada perto do teatro dos comunas da comuna na praça de espanha de lisboa ansiã guardiã desta nação hipotecada por cada desvio de grupos de lacraus em nome próprio indirectamente condicionados pela junta de freguesia outorgada com o prémio de mais limpa na escala de richter eterno retornado que se embriaga para se encharcar com aquosos olhos de apitos a meio de uma partida partilhada de bilhar formoso na pálida construção de uma europa segura e originalmente institucionalizada por entre esgares titubeantes de frinchas impetuosas distribuídas por mesinhas de licra predispostas a sexo anal anual pelo mal e uma ligeira conspurcação acometida de diferendos importados sem importância da improvável instância carnívora parcialmente desenhada com o mijo suado de uma maçaneta sustenida daltónica utilizada rudimentarmente na traseira da dianteira de uma carteira sem canteiro que proteja da chuva a biografia do homem que se senta desde há vinte e três anos para cá todos os dias no mesmo banco da mesma estação a cochichar com estranhos seres unicamente visionados pelos seus estrábicos olhos que cheiram como o minotauro contemplador sem contemplações pela crise agrícola do garrafão esférico abandonado num selo do carro colado no assento de uma mota com quarenta rodas todas pontinhos escuros de amálgama biscariante acentuada num ambiente descontraído de trabalho de promoção de inscrições cibernéticas num determinado portal precedido de três duplos.vês inusitados por sinuosa sinusite crónica migrada pelos excrementos evitados acutilar de desordenada bifurcação tripla par de pediatras orgulhosos da sua retórica amputada num frenesim turístico de caixeiro pouco viajante mas bastante caixa de óculos com paletes e alteres do chão ao tecto passando pela portagem da vida e encostando a própria vida por migalhas que fazem espirrar colonos assimétricos medidos com régua esquadro do picasso que outrora foi tão íntimo de uma asa partilhada por duas borboletas gémeas e com um terceiro coração financeiro que soltam recursos estilísticos barra literários numa feira de enchidos com sacos vazios de venenos e micróbios vorazes capazes de datar em pranto prontas alienações de terrenos visados por avisos fluorescentes pintados em apneia numa catadupa de anti.gravidade geral das partículas da minha pequena irmã mais velha resultado de anos de luzes em contra.mão sorteadas nas têmporas do meu paizinho também filho mas desigual em volume da gástrica dimensão do gerúndio camafeu impregnado em estóicos pepinos descascados por unhas animais de pesticidas canibais do dormente. Matei porque deixou de me amar!

1 comentário:

  1. Damn! Ganda tripe, pá!
    O que é que andas a tomar? Também quero!

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